quarta-feira, 26 de abril de 2017

#Resenha: A Mais Bela de Todas, Sarah Mlynowski (Série Era Outra Vez #1)

Oii gente, tudo bem com vocês??
Aqui tá um friozinho gostoso, bom pra ler ;) rs
E como estão as leituras? Comente aí!
Hoje tem resenha de um livro infantil que eu queria há muito ler, porém, não gostei muito, não, rs.
Confira!


Já faz alguns meses que eu estava louca para começar a série Era Outra Vez da autora Sarah Mlynowski, depois de ler algumas resenhas bem legais e divertidas. É uma série infantojuvenil, mas beeeeeem infantil mesmo. Que eu não gostei. Na verdade, achei beeem decepcionante!

O livro A Mais Bela de Todas têm menos de 200 páginas e pode ser livro numa sentada. É bem escrito, porém, os personagens e acontecimentos são bem bobinhos e parados. Nada demais. Achei essa releitura do conto da Branca de Neve, igualmente apropriado para o público infantil.
Eu adoro contos de fadas e suas novas releituras, mas esse realmente não me ganhou!

Vamos a história!
Abby tem 10 anos e acaba de se mudar de Chicago para Smithville com seus pais e seu irmão mais novo, Jonah.
Ela detesta a mudança, a nova escola, as brincadeiras que seus novos colegas brincam e até mesmo o sanduíche de banaca com manteiga de amendoim que o pessoal come em Smithville kkkkkk

Abby é bem engraçadinha, tem um jeito de falar como se estivesse sempre entediada e manja de algumas gírias, é uma irmã babona e adora demais o caçulinha, Jonah. Este, é um fofo. A única coisa que gostei no livro foi ele kkkkk como todo menino, é beeeem falante e cheio das peripécias. Gostei muito do relacionamento dos irmãos. Bem unidos e briguentos ao mesmo tempo. Um carinho gostoso de se ver.

Jonah numa de suas "expedições" na nova casa, descobre o espelho velho e assustar pregado no porão, e corre no meio da noite avisar a irmã, que o tal está assobiando. Aí é que começa a nossa aventura. Após serem puxados pelo espelho, Abby e Jonah encontram-se na floresta onde Branca de Neve mora com os sete anões e a impedem de comer a maçã envenenada, assim, mudando a história de Branca e impedindo-a de se casar com o príncipe e ter seu felizes para sempre.

Abby tenta criar planos - todos mal sucedidos - para conseguir voltar à história original.

Branca de Neve é uma garota de 16 anos, embora pareça mais criança que Abby e Jonah. Os anões são mistos, meninos e meninas, isso eu adorei, muito legal.

Enfim, essa é a história!
Vai haver algumas confusões e reviravoltas até conseguirem colocar os pingos nos is na história de Branca e voltarem para casa.

É uma história com ideia bacana, entretanto, achei muitooooo chato, rápido demais, personagens que não nos conquistam, e os momentos de tensão e adrenalina também foram rápidos e mal explicados.

Desculpe-me quem gosta da série, mas eu não gostei nada. Nem vou ler os demais volumes kkkkkk

Talvez para crianças de até uns 11 anos seja atrativa, pra mim não foi, e olha que adoro livros infantojuvenis.



Essa é a segunda resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2017.
Da opção: um livro infantojuvenil.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Beijocas,
e até a próxima.

Ana M. 

terça-feira, 25 de abril de 2017

#Resenha: Encarnação, José de Alencar

E aí, galerinha, tudo em cima??
Hoje tem resenha de um livro beeeem antigão, mas que curto muito, espero que gostem e leiam também!
Confira!

Eu amoooooooo José de Alencar! Ele é um dos meus autores preferidos.
Até porque, quando comecei a me tornar uma leitora bem assídua, foi com os livros dele, do Machadão e da coleção Vaga-lume que me envolvia e entretinha.
Sempre cito esses "3", porque com eles, a minha vida mudou de mais. Foi aí que entrei de vez no mundo da literatura. Então tenho muito carinho e respeito e sempre indico-os. É claro que a coleção Vaga-lume tem muitos autores e não da pra citar todos aqui, mas todos os livros são MUITO bons mesmo!

E de todos, o José de Alencar é o mais romântico. Aiiiin tão fofo os livros dele! AMO!
Encarnação é um desses, bem curtinho por sinal, da pra ser lido em 1 hora!
Então, aproveita e leia aí! rs

Em Encarnação conhecemos o jovem casal apaixonado Hermano e Julieta. Ele extremamente fofo e apaixonado. Ela, muito feia. Ai to rindo kkkk mas é como o autor narra.
Logo no início da trama, infelizmente Julieta morre grávida. E Hermano entra numa depressão profunda permanecendo assim por muitos anos.

Amália é vizinha do casal e via furtivamente a alegria dos dois, chegando a decorar a música que Julieta cantava.
Quando cresce, se tornando uma linda e alegre jovem, da-se conta que o viúvo continua ali, enclausurado. E lembrando dele e de sua falecida esposa, fica triste ao pensar na solidão em que o vizinho habita.

Muito engenhosa, Amália canta a música de Julieta e entre outras façanhas, percebe-se apaixonada por Hermano e também o conquista! Até que se casam.

O livro é rápido, a narrativa flui bem e os detalhes são poucos apesar de esclarecedores.

Quando Amália casa e vai morar na casa ao lado da de seus pais, vê que ela passou por uma reforma, afim de receber a nova dona. Amália é meio que abandonada por Hermano. Ele continua depressivo e apesar de realmente estar apaixonado por ela. Sente-se como se estivesse traindo a falecida Julieta, por amar e ter se casado com Amália.

Amália descobre um negócio beeeem doido que o Hermano esconde em um dos quartos e percebe o quanto o marido é doente pela perda da primeira esposa. Ela não sabe como ajuda-lo, já que ele meio que a afasta cada vez mais.

Amália luta bravamente para ter o marido para si. Passando a perder um pouco da própria identidade, tentando até evocar a lembrança de Julieta, para ver se assim conquista o marido de vez.

Mas tudo foi em vão e Hermano provoca uma desgraça, que só pelo amor e ajuda de Amália ele sai dessa.

Anos depois, descobrimos que o casal passou por muitas coisas, entre elas, uma nova perspectiva que vem a ser a tal "encarnação". A meu ver, não tem nada de encarnação ali, mas né, se o autor achou que tem, eu respeito.

É que é algo vago. Eu não acredito em encarnação, deixo claro aqui que não tenho nada contra, até gosto de ler livros sobre, embora não acredite. Só que o que o autor quis colocar como encarnação, pra mim, não funcionou, não da pra comprar a ideia tão facilmente.

É um livro doce e profundo. Se você for ver bem, toca em muitos assuntos tabus. Viuvez e a dor da perda, recomeçar e casar-se novamente. Lutar contra uma depressão e buscar ajuda para sair-se dela. Entre outros.

Um romance bonito e que nos faz questionar bastante.
O final foi lindo, apesar desse negócio da encarnação não ter ficado muito claro.

Leiaaaaam gente, vale a pena conhecer essa obra!
Além de ser um livro curtinho e barato. Eu pagay R$2,50 no meu exemplar! Olha, de graça praticamente kkkkkkkk


E aí, quem já leu ou quer ler??
Não deixe de comentar!!

Beijocas,
Ana M.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

#Resenha: Quarto de Guerra, Chris Fabry

Oii gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um dos meus livros preferidos da vida, e olha, vou ser sincera com vocês, é difícil resenhar um livro que amei e que mexeu tanto comigo.
Vambora ler? kk

Já fazia alguns anos que eu ouvia falar tão bem do filme Quarto de Guerra, líder de bilheterias, queridinho de muitas pessoas. Roteiro original de Alex e Stephen Kendrick, após o sucesso do filme, em acordo com os roteiristas, o americano Chris Fabry escreveu então a mesma história das telonas, em livro de forma romanceada. 

Na escrita do gênero romance é tudo mais fácil de entender e beeeem mais amplo que um roteiro de cinema. Embora o filme, tenha passado uma imagem bem produtiva e cativante. Eu confesso que tenho o filme, mas ainda não assisti. É que assim: adoro filmes, porém, prefiro gastar meu tempo lendo mais livros e com isso kkkkk aiii gente, fico beeeeem desatualizada em questões de cinema, mas esse ano já assisti bastante que aliás, resenharei para vocês *-* e claro, que também assistirei e comentarei sobre Quarto de Guerra - o filme.

Como eu disse, por causa do sucesso do filme, numa de minhas andanças pelo sebo, encontrei esse livro e não pude larga-lo. Juntei minhas moedas e comprei! Isso foi ano passado, e só agora fui ler o livro. Que arrependimento de não ter lido-o antes! Que livro perfeito! Simplesmente sensacional!

A história é sobre a oração e todo o poder que a envolve. Dona Clara aprende dia após dia com a fé. Orando por algo, mesmo que aquilo não aconteça, mesmo não recebendo seu pedido, ela muda. Ela aprende. Ela renasce.
A fé dessa mulher é muito forte e o relacionamento íntimo que ela tem com Deus é lindíssimo e deveras inspirador.

Dona Clara sofreu muito no casamento e depois com a morte do marido. Criou o único filho do casal sozinha, e agora, já bem idosa, recebe o convite de ir morar com o filho. Ela fica na dúvida, mas depois de orar, ela compreende que não importa o lugar em que ela resida, mas sim, se Deus está lá com ela, em seu coração. Aonde Ele estiver, ela sabe que estará bem e completa.

Ao colocar sua casa para venda, conhece a corretora de imóveis Elizabeth. O interessante é que Clara tem um quartinho em sua casa, que o chama de "Quarto de Guerra", exclusivo para suas orações, para suas batalhas espirituais. E quando ora para que Deus lhe ajude a vender a casa e a encontrar um bom corretor que a ajude, por indicação do filho da vizinha, ela liga para Elizabeth, e assim que a vê pela primeira vez, sabe que a jovem mulher precisa de sua ajuda e orações.

Elizabeth é casada há alguns anos com Tony e tem uma filha pequena chamada Danielle. Eles são um casal que se amam, e até frequentam uma igreja, embora não assiduamente e nem com tanta fé.

Acontece que Elizabeth e Tony estão enfrentando muitoooooos problemas em seu casamento. Brigas são diárias. Comuns. A perca do interesse e respeito de um pelo o outro é grande. Gerando um enorme desconforto no lar. Muita raiva, dor, mágoas. E deixando a pequena Danielle de lado. Os pais perdem muito do que acontece na vida escolar da filha, deixando a menina em prantos.

O lar está praticamente destruído. Um caminho sem voltas. Mas NÃO para Deus.

Dona Clara é muito inteligente e engraçada e de formas divertidas e inteligentes vai ficando amiga de Elizabeth e ajudando-a a se aproximar mais de Deus e através da oração e da mudança de seu comportamento começa a transformação em seu casamento.

Elizabeth reconhece que agia errado com Tony assim como ele com ela. Ela era sempre muito irritada, grossa e não lhe valorizava. Percebendo o quanto está a um fio de perder seu marido, Elizabeth começa a reconquistá-lo, tenta voltar ao primeiro amor. Tenta mostrar a ele o quanto se arrepende de não ter sido mais carinhosa e paciente.

É claro que Tony não acredita nela a princípio. Até porque ele errou demais com ela, chegando a cogitar uma traição. Esse homem me deu raiva muitas vezes durante a leitura.

O livro é muito bem escrito e apesar de ter um cunho cristão, ele pode ser lido, e deve a meu ver, por todos que são casados ou querem se casar um dia. Mostra o quanto erramos com as pessoas que mais amamos e como gestos carinhosos simples podem mudar tudo para melhor, ou para a pior com a falta deles.

Elizabeth e Tony sofrerão e errarão muito um com o outro e também com Danielle, porém, eles se amam, acreditam que Deus pode restaurar tudo e QUEREM mesmo transformar toda mágoa em alegria, toda tristeza em felicidade, toda raiva em amor. Pois no fundo, ainda se amam muito e desejam continuar juntos.

É um livro extremamente tocante e maravilhoso. A gente aprende muito, até sobre como lidar com pais, filhos, amigos. O como a grosseria e o desprezo podem minar uma relação.

Livro incrível que realmente merece ser lido!
Leiam gente, vocês não irão se arrepender!

E a dona Clara, ai gente, que graça! Que força essa mulher tem!



Essa é a segunda resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2017.
Da opção: livro com nome do autor começa com a letra C.
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Um grande beijo!
Ana M.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

#Resenha: Aborto Interrompido, Francine Rivers

Oie galerinha, tudo em cima?
Aiii hoje tem uma resenha de um livro que foi perfeito pra mim. Surpreendente! Sem igual!
Sei que não tenho palavras para descrever o quanto ele foi emocionante para mim!

Confira e vejam por si mesmos, rs


Já faz mais de 2 anos que quero ler Aborto Interrompido, da autora cristã americana, Francine Rivers.

Mas o livro já estava há anos esgotado. Demorei muito para encontra-lo e assim que chegou, devorei! Porém, confesso que ele me tocou tanto que é difícil por em palavras!

Para quem ainda não conhece a Francine Rivers, ela uma autora cristã, no entanto, se você não é cristão, não se preocupe, a Francine escreve sobre assunto muito atuais, sobre problemas seríssimos, preconceitos e afins, juntando isso a toda transformação e perdão que vem Deus. Seus livros em suma, são portadores de graça! Uma chave para conhecer mais afundo os planos e amor de Deus para nossa vida!

Não tenha medo de ler os livros dela! São muito lindos e emocionantes! Inesquecíveis!

Em Aborto Interrompido conhecemos a jovem de 20 anos Dynah Carey. Dynah é cristã, estudava numa faculdade longe dos pais e lá conheceu o seu noive, Ethan, que está estudando para ser pastor.
Dynah sonha em casar virgem, seguindo ao máximo todos os preceitos de Deus, de coração ela é uma serva e adoradora, realmente tem fé.

Porém, numa noite em que Ethan está dando aulas de estudos bíblicos e seu carro está com problemas mecânicos, Dynah precisa pegar um ônibus para chegar ao apartamento no campus da faculdade. Só não contava que naquela noite fria e deserta, ela seria seguida por um carro, antes e depois de descer do ônibus, e então, no parque ao lado da entrada do campus, seria surpreendida por um homem, devido a escuridão quase total, não viu seu rosto, e mal consegue lutar e gritar contra ele que a agarra violentamente. Assim, dai é estuprada.

Vizinhos do campus escutam os gritos de Dynah, chamam a polícia que logo a encontram. Totalmente chocada, embargada nas lágrimas e no medo. Com marcas pelo corpo, pelo rosto, na alma.

Ao ser levado para o hospital, Dynah se sente extremamente mal. Perdida. Infeliz. Entorpecida.
Por ela ter sido virgem até então, o exame que é sujeitada é horrível, constrangedor e dolorido e quando o médico quer lhe dar um abortivo quase ela possa estar grávida, Dynah assustada recusa.

Os dias que seguem são terríveis. Dynah conta com a ajuda do seu grande amigo Joe, sua colega de quarto Janet e seu noivo, tão perfeito, tão metido a perfeitinho cristão, passa a despreza-la, chega a sentir nojo e repulsa pela noiva ser mais virgem.

Dynah sem saber o que fazer, como agir, ainda muito traumatizada, não conta aos pais que moram em outro estado para não assusta-los. Até que dois meses depois daquela fatídica noite, Dynah descobre que está grávida. Grávida sem seu consentimento. Uma concepção através da violência sexual. Um trauma que Dynah tem certeza que não esquecerá jamais!

Nesse mundo nebuloso em que se encontra, Dynah decide voltar para casa, e aí, começa mesmo o seu suplício.

Primeiramente eu gostaria de dizer a vocês, leitores do blog, que seja qual for sua opinião, eu a respeito. E peço que respeitem também a minha própria visão, e a que a autora passa nessa trama.

Não estou resenhando esse livro afim de constranger ou criticar, ou mesmo, tentar mudar a opinião de outrem, mas sim, pensar, refletir, aprender e também me emocionar com essa história.

Ao chegar a casa dos pais, Dynah não recebe apoio nenhum. É praticamente obrigada pela mãe e principalmente pelo pai a ir a uma clínica de abortos - que é legalizada nos EUA e em alguns países da Europa - Dynah está mal, depressiva, traumatiza. Não quer essa criança. Ethan, a escorraçou. Chamou seu bebê de monstro e depois de muito humilha-la, terminaram o noivado.
Ele também "muito inocentemente" contou ao reitor da faculdade "cristã", que ela estava grávida, e mesmo nas circunstâncias violentas que ela fora submetida, o reitor a expulsa da faculdade.

Então imaginem a cabeça dessa moça. Terrível né? Parece que o mundo desabou em sua cabeça!
Sem apoio dos pais, dos amigos, de quase ninguém, mas... sim, de duas pessoas extremamente especiais: seu amigo Joe, e o Espírito Santo de Deus, que passa a falar com ela. E mesmo falando, Dynah por medo, pela situação tão delicada e falta de apoio da família, fica na dúvida entre fazer ou não o aborto.

Gente, eu AMEEEEEI demais esse livro! Perfeito. Assim como Amor de Redenção, ele traz à tona muita sujeira humana. Muita maldade. Falta de dignidade. Esse livro não é bem uma crítica às mulheres que cometeram um aborto, até porque li numa resenha (não vi uma confirmação da autora, mas pareceu verdadeira) americana sobre o livro que a autora também antes de se converter ao cristianismo cometeu um aborto.

Francine Rivers com esse romance mostrou o lado da fé: que como o Espírito Santo dizia a Dynah, pra Ele, com Ele, ela conseguiria passar por aquela situação. Que com Ele, sempre há jeito!

E também, a autora quis mostrar a hipocrisia das igrejas, dos pseudos crentes. Os pais e amigos de Dynah, o reitor e até um pastor, chegaram a orienta-la abertamente a fazer o aborto. Julgaram-na. Desconfiaram da veracidade do estupro. Enfim, foram tudo gente, menos filhos do Deus Altíssimo, porque quem tem Jesus no coração, ama, perdoa, ajuda, e não agem como eles agiram, com tanto ódio e julgamentos.

O que fizeram com a Dynah, olha, foi praticamente crime. Como negaram ajuda a essa jovem.

Dynah vai meio que enfraquecer na fé, perguntando frequentemente a Deus o porque de ter passado por tamanha violência e ainda ter de carregar no ventre o filho de um monstro, que nem o rosto ela viu! Nem pode denunciar, fazer retrato falado nem nada, por não saber como ele é.

Joe é um excelente amigo! Ele não só a encorajou a ter a criança, como também, lhe deu força, deixando claro, o quanto ela é importante pra ele e pra Deus, independentemente da decisão que tomasse.

Dynah passará por medos de diversos níveis. Muitas provações, cogitam tirar a própria vida.

O final foi especialmente surpreendente!

Meu Deus! Foi lindo!

Dynah aprendeu que muitas vezes não conseguimos encontrar o porque de violências e dificuldades que sofremos. Nem sempre Deus nos dará respostas. Mas sempre, sempre, Ele nos estende sua abençoada Mão.
Ele nunca nos abandona, e desde o ventre, já somos Seus preciosos filhos.

A mãe e a avó de Dynah, e mais alguns outros personagens secundários que vão aparecendo na trama, ao saberem do que aconteceu com ela, voltam ao passando, narrando suas próprias histórias, traumas e falhas. O aborto está inserido na vida de todos de uma forma ou de outra. Direta ou indiretamente. E com a determinação e dúvidas de Dynah, eles passam a refletir mais e também a buscar na fé a redenção e perdão por seus erros passados.

A autora também aponta a dolorosa realidade do ato de abortar. Não só das mães sofrerem pressões psicológicas do pai do bebê ou dos demais familiares, como também, das dores do ato, como eram enganadas achando que não doía nada, mas na maioria, ficavam literalmente estouradas por dentro e até algumas estéreis. E como a grande maioria dessas mães nunca conseguiram esquecer seus bebês mortos e perdoarem-se.

É triste. É forte. Toca, e toca profundo.
Te faz refletir sobre a escolha de abortar. Como eu disse, não crítica opiniões diferentes, mas mostra a realidade. Toda a dificuldade de o abortar e o não. E o melhor, o que eu mais gostei: mostra que independentemente de como aquela criança foi concebida, ela é inocente e digna de muito amor. Digna de uma mães. Digna de uma família.

É um livro precioso. Incrível! Todos deveriam ler sendo homens ou mulheres, até porque gente, os homens não têm útero, mas têm sim, a meu ver, que questionarem e refletirem sobre o aborto, porque né, não existe filho sem pai. E outra, convenhamos que a 99% das mães que abortam, é justamente por terem sido abandonadas pelos pais das crianças. Não importa se não eram seus maridos legítimos ou não. Muitos homens obrigam, infringem o aborto à essas mulheres, e depois a abandonam, com esse peso da dor a carregar pelo resto de suas vidas.

Enfim, gente, leiam o livro, é imperdível!
Quem quiser saber onde eu comprei, me chama lá no face que mando o link.

Espero que essa leitura toquem vocês, como me tocou!

* Leia também as resenhas dos livros de Francine Rivers:



Essa é a primeira resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2017.
Da opção: livro com duas palavras no título.
Saiba mais sobre o Desafio do querido blog Livreando, CLICANDO AQUI!

Um grande beijo!
Ana M.

#Primeiras Impressões: Lacrymosa, Juliana Daglio

E aí, pessoal, tudo bem??
Hoje tem as primeiras impressões de uma autora que quero ler há muito tempo!
Confira!


Já faz acho que uns 2 anos que quero muito ler os livros da autora brasileira Juliana Daglio, porém, ainda não tive a oportunidade (lê-se: não tive grana pra comprar todos os livros que quero, rs). Até que mês passado a autora disponibilizou para os blogueiros os primeiros capítulos de seu próximo lançamento, Lacrymosa, e claro, eu não pude deixar de querer ler e fazer parte desse projeto!

Amo o projeto "Primeiras Impressões", acho ótimo, pois podemos conferir as obras antes do lançamento - e assim se programar para compra-las, rs - e ainda temos a chance de conhecer mais autores bombásticos.

E esse foi o caso!


Me surpreendi muito e positivamente com a escrita e criatividade da Juliana Daglio!

Adorei sua escrita rápida e bem trabalhada, além de todo o mistério e envolvimento profundo que a trama traz.

Em apenas 32 páginas, a autora conseguiu me inserir na história de uma forma estupenda!

Fiquei realmente tocada, imobilizada, com medo e com muita, muita curiosidade! kkkkk

Mas vamos para a trama!


Logo no prólogo descobrimos que a personagem Valery, na verdade, está usando esse nome falso. Obtendo-o quando foge da sua casa em São Paulo, aos 16 anos, para os Estados Unidos, com um homem - até então desconhecido para os leitores -, afim de livrar sua família da maldição em que a cerca.

Anos depois, Valery é uma policial bem sucedida. Trabalhando arduamente com seu companheiro de trabalho e meio amante, digamos assim, rs, Axel, não há caso que não consigam resolver. Sendo fria e racional sempre, com exceção de casos, mais misteriosos, mais malditos, trazendo à tona seu maior segredo, seu passado, o motivo pelo qual fugiu de sua família.

Ao ser chamada para um novo caso, Valery e Axel deparam-se uma garotinha superperturbada e seu pai, mais perturbado ainda, este com muito medo. Um assassinato terrível os cerca. E contra todas as possibilidades, essa garotinha tem aquilo que Valery mais teme, paralisando-a, chocando-a e fazendo-a ter um comportamento não só diferente, mas também extremamente transtornado.

Há demônios que fazem parte de sua vida. E agora com a situação dessa garota, Valery terá que enfrentar tudo isso. Enfrentar o mal genuíno.

Bom, gente, melhor eu parar por aqui. Como ainda não li o livro completo, receio falar algo de que suspeito que venha a acontecer e estragar as surpresas que o livro traz. E olha, só por essas poucas páginas que li, percebi que serão muitas! 



Gostei muito e quero muito lê-lo quando for lançado! Porém, preciso dizer: fiquei com um maior medão kkkkk gente, li a noite, então imaginem kkkkkkk

Muito obrigada a autora Juliana Daglio pela oportunidade de ter nos dado de ler as primeiras páginas do livro, eu gostei muito, e não vejo a hora de tê-lo em mãos, completinho kkk

Assim que a autora lança-lo, postarei aqui os links de compra aqui + resenha quando eu o ler!!

Não deixem de ler pessoal, vocês que gostam de terror, sei que vão amar, pressinto! rsrs

SINOPSE: O nome dela não é Valery Green. Também não nasceu no Kansas, e sua família toda não morreu num acidente de carro onde ela foi a única sobrevivente. Nascida num mundo de trevas e segredos apocalípticos, a garota feita de mentiras luta dia após dia para ter uma vida longe de sua verdadeira identidade e de seu dom misterioso, o qual ela julga como uma maldição.         
Por cinco anos, ela conseguiu. Escondida na pacata Darkville, tornou-se uma respeitada Detetive, conhecida por sua frieza e eficácia no trabalho. Seu companheiro Axel parece ter orgulho de trabalharem juntos, até ficar frente a frente ao que encontraram na busca daquela noite - um demônio dentro de uma garotinha.       
Para ajudar a pequena Anastacia, Valery terá que colocar em risco o trabalho na polícia e seu relacionamento com Axel, recorrendo à ajuda do Padre Henry Chastain, um velho conhecido. Desenterrando um passado cheio de exorcismos, perseguições e batalhas contra demônios, esse reencontro não promete ser feito de abraços e boas-vindas. Chas, como ela o chama,  é conhecido como o maior Exorcista vivo - a Espada de Sal do Vaticano, e é sua única esperança de lutar contra o novo inimigo, mas também representa o ponto fraco de si mesma e o acesso a um passado doloroso que pode despertar seus próprios demônios interiores.
Conheça a autora!
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Comentem aí o que acharam!

Beijo grande,
Ana M.