domingo, 20 de maio de 2018

#Resenha: Fiquei com seu número, Sophie Kinsella

Oiie, gente, beleza aeh?
Espero que estejam todos bem!
Hoje tem resenha de um livro que eu queria ler há anos!
Confira!

Gente, olha, faz muitos anos que eu queria ler Fiquei com seu número, da Sophie Kinsella. Nunca vi um livro tão bem elogiado como esse!

Pois bem, finalmente o li. Apesar de ter mais de 400 páginas, li bem rápido, em 3 dias apenas.

Gostei, achei divertidinho e bom pra desanuviar a cabeça, desestressar, todavia, não achei tão incrível assim.

Poppy acaba de ficar noiva, e ao receber de Magnus, um lindo anel que é uma relíquia caríssima de família, ela fica ainda mais ansiosa pelo seu grande dia!

No entanto, Poppy perde o anel, e sai distribuindo para todos que vê pela frente na festa do hotel em que está hospedada o número de seu celular, só que, ao pensar em chamar a polícia, vai até a rua, e... roubam seu celular!

Indo quase à loucura, por incrível que pareça, Poppy acha um celular no lixo do mesmo hotel, onde estava procurando pelo anel, e então, passa a usá-lo, afinal, achado no lixo, não é roubado, certo?
Também acho. kkkk

Porém, Sam, um executivo que trabalha na empresa que contratara a ex-funcionária que jogou o celular no lixo, liga desesperado e quer porque quer o celular de volta, mas como Poppy já tinha dado esse novo número para as pessoas que a estavam ajudando a procurar o anel, ela faz um acordo com Sam: tudo que ele receber, sejam ligações, emails ou sms, ela repassará para ele, desde que ela possa continuar usando o celular até encontrar o bendito anel!

E dá-se início as trapalhadas!

É um livro fofo e divertido, como eu disse, não é aquela superhistória, mas é muito engraçado, e a Poppy é muito louquinha. Ela lê as mensagens do Sam, responde várias e cria inúmeras confusões, começa a conversar com ele e ao mesmo tempo que o ajuda com dicas, brigam a toda.

Conforme eles vão trocando ideias, Poppy passa a analisar seu relacionamento com Magnus, com seus sogros, e sobre a morte dos pais, há anos atrás, o quanto a afetou e fez dela uma pessoa passiva e muitas vezes infeliz.

Com isso, vem novas descobertas sobre seu noivo, e até sobre ela mesma. Sam e ela fazem uma boa dupla. Mesmo sem querer, vão se ajudando e quando percebem, estão mais ligados do que imaginam.

O final é uma correria, uma loucura, e eu fiquei loucaaaaa de ansiedade pra saber o que aconteceria, com muitas revelações e cheio de atrapalhadas!

Gostei, foi uma leitura calma e legal, embora confesso, eu esperava que fosse um livro mais profundo, devido a algumas resenhas que li.

Indico praquele dia friozinho debaixo das cobertas com um bom cházinho. :)



Essa é a terceira resenha de Maio do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um livro de uma autora inglesa.
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Beijos,
Ana M.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

#Resenha: The Scarlet Thread, Francine Rivers

E aí, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de uma das minhas autoras prefes!
Confira!


Aiiiiii gente, que resenha difícil! Como eu disse, e quem acompanha o blog já deve ter percebido, a autora americana cristã, Francine Rivers, é uma das minhas autoras prefes da vida.
Só que, The Scarlet Thread, foi um livro hiper-decepcionante! Gente, que livro chato e que história boba, meu Deus!

O livro não se desenvolve, é uma enrolação, que só Jesus na causa! rsrsrsrs

É doloroso falar isso, pois adoro a Fran, mas realmente, esse livro não rolou.

Faz 3 anos que tenho ele, e nunca conseguia passar dos primeiros 2 capítulos. Pois bem. Esse mês coloquei a meta de lê-lo, nem que seja o único livro que leria em maio, e gente, que horror.

Vamos à história...

The Scarlet Thread tem mais de 400 páginas que não fluem facilmente kkkkk e conta a história de Sierra, casada há quase 14 anos com Alex, com homem de negócio extremamente ambicioso, egoísta e mal humorado.

Sierra o ama, e teve que enfrentar os pais, que não gostavam de Alex e não aceitavam o relacionamento, para ficar com ele.

Porém, após alguns anos e depois de terem um casal de filhos, Alex por conta do trabalho vai se distanciando mais e mais de Sierra, tornando-se frio e muito exigente, além de humilhá-la ocasionalmente por ela não ter feito uma faculdade como ele.

Depois de Alex exigir que Sierra abandone sua casa, e sua mãe, que mora perto dela, e vá com ele e as crianças pra outra cidade a fim dele investir mais em seus negócios, Sierra entra num tipo de depressão, só chora e se apieda de si mesma. Mal cuida das crianças. Não sabe o que fazer. E o pior é que ela ainda ama Alex, embora ele só a trate mal e friamente. Até que seu mundo desmorona quando sua mãe falece e Alex pede o divórcio após trai-la.

Não é spoiler, a gente descobre isso tudo logo nas primeiras páginas. Só o que desenrolar dos fatos é que demora, MUITO! Teeeeeeem muita descrição que não precisava, de ambiente, dos sentimentos de ambos, de personagens secundários que realmente não têm porquês de estarem ali, etc.

Com isso, Sierra faz amigos em seu novo emprego e aos poucos vai se aproximando de Deus, ainda mais ao começar a ler um diário antigo de uma tretavó que achou nas coisas da mãe, e ver que naqueles tantos anos antecedentes a mulher também passou por problemas no casamento, mas pela fé, continuou e teve seu final feliz.

Assim, com fé e a ajuda de amigos aos poucos Sierra vai se alegrando e buscando recomeçar e tentar ainda um dia, reconquistar Alex.

Eu realmente não gostei. É MUITO parado. Tem muitas descrições, muita tristeza, a Sierra passa quase o tempo todo chorando sentada... Ai, dá agonia. A parte da fé, que gente, eu compro um livro cristão, porque quero ler sobre como uma pessoa pode ter fé em Deus, permanecer firme e forte, mesmo cheia de adversidades, só que aqui, foi tudo bem lento, nada de mais. O final foi razoável.
O Alex é um dos personagens que mais detestei na vida. Que homem escroto e ignorante! MEU DEUS! Muito nojento e ambicioso. Um tosco!

Enfim, me desculpem, mas não gostei de forma alguma, vou trocar meu exemplar no sebo. kkkk




Essa é a segunda resenha de Maio do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: autora que nasceu em Maio. A Francine fez niver dia 12 desse mês! :)
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Beijinhos,
Ana M.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

#Resenha: Tartarugas até lá embaixo, John Green

E aí, gente, tudo bem??
Hoje tem resenha de um livro que eu estava ansiosíssima pra ler!
Confira!

John Green é um dos autores mais lidos e queridos dos últimos anos, e com certeza é o rei do sick-lit. O que eu adoro, pois admiro muito os autores que falam abertamente e de uma forma sensível e sem preconceitos sobre doenças e afins. 

Li todos os livros dele e gostei da maioria. A Culpa é das Estrelas é o meu preferido dele e da vida E eu não via a hora de ler um livro novo dele! 
Pois bem, até que enfim li Tartarugas até lá embaixo, e curti bastante, embora tenha sido também, um pouco decepcionante.

Tartarugas até lá embaixo é narrado pela protagonista Aza Holmes, uma adolescente muito fofa e inteligente, que sofre de transtorno obsessivo-compulsivo/TOC ,há vários anos.

Aza e Daisy, sua melhor amiga, são muito divertidas e fofas, é daquelas personagens que você quer ser amiga também! Umas graças.

Quando sai a notícia que um bilionário está prestes a ser preso e se encontra desaparecido, Daisy fica doida para encontrá-lo, já que receberia uma recompensa, e o melhor, Aza foi amiga de infância do filho dele, Davis.

Assim começa a "aventura". E foi aí, que a meu ver, ficou decepcionante.

A Aza e a Daisy se aproximam do Davis e uma nova amizade surge entre os três, tendo até um clima entre o Davis e a Aza, só que achei tudo corrido e mal desenvolvido. Eles se divertem juntos, e Aza ajuda e dá forças ao Davis e ao seu irmão mais novo, por estarem passando por esse momento tão tumultuoso, mas de repente, tudo muda, e vem um gelo em seguida.

Focando mais nas outras amizades e sobre a doença de Daisy, o que achei muito bom para nos explicar mais sobre como é ter TOC, quais são os sintomas e todos os problemas que infligem na vida da pessoa. Foi barra ler essas cenas! Principalmente quando a Aza ficava cutucando aquele dedo machucado kk aiii gente, que agonia! Porém, foi muito esclarecedor e importante o João Verde nos ensinar e mostrar como devemos ajudar e buscar tratamento para problemas psicológicos. A Aza sofria muito quando se perdia nas espirais do TOC.

O final também foi decepcionante, pois, pela sinopse, parecia um livro de mistério e uma caçada ao cara desaparecido. E tipo, foi muito triste e sem esperanças, além de rápido, sem grandes novidades. Acho que o livro foi escrito em si, para falar sobre o TOC e não sobre os demais personagens.

Uma boa leitura, embora não tenha sido o melhor do John Green para mim. Ainda prefiro A Culpa é das Estrelas.




Essa é a primeira resenha de Maio do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um sick-lit.
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Beijinhos,
Ana M.

sábado, 28 de abril de 2018

#Resenha: A Bibliotecária de Auschwitz, Antonio G. Iturbe

Oii, gente, tudo bem?
Hoje tem resenha de um livro muitíssimo emocionante!
Confira!

Fazia anos que eu queria ler A Bibliotecária de Auschwitz, de Antonio G. Iturbe, que é um romance baseado na história real de Dita Kraus.

Dita, ainda bem mocinha, começa a trabalhar, de certa forma, numa biblioteca clandestina num dos blocos do campo de concentração de Auschwitz. Ela ama os livros, e ali, vê um refúgio para as dores que a embalam, num futuro tão incerto e um presente tão assombroso e demoníaco.

A história é rica em detalhes, mostrando o sofrimento terrível e pesado de toda a guerra, principalmente enfatizando todo o terror que os judeus passaram.

Através do amor aos livros, Dita ia não só emprestando páginas para as crianças e alguns prisioneiros adultos, mas também sonhos. Sonho de uma liberdade distante, sonhos de amor, de vida, de paz, de um novo mundo. A cada livro passado à frente, uma chama se acendia no coração desses prisioneiros.

Foi um livro muito bonito e ao mesmo tempo, difícil e doloroso de ler. Eu gosto muito de ler sobre as guerras, ainda mais sobre a Segunda, porque acho que só estudando profundamente nosso passado conseguiremos mudar o presente/futuro. Planejei ler pelo menos um livro sobre essa época por mês. Todavia, preciso dizer, é complicado. Enquanto eu fazia a leitura deste, me doía o coração ao imaginar tudo que essas pessoas infelizmente passaram. Era muita dor, violência, um sofrimento sem fim. E vendo a forma como os livros deram amor e esperanças a essas pessoas me emocionou ainda mais. A Dita foi extrema e incrivelmente extraordinária, e mudou, com toda a certeza, a vida de centenas de pessoas. Não só os prisioneiros que visitavam a biblioteca em Auschwitz, como também a nossa vida, ao ler essa obra tão comovente.

As muitos crianças e os demais personagens que permeiam o livro também são muitooooo tocantes também. Nós veremos tanto o lado dos judeus escravizados tanto a parte dos soldados e a carnificina que faziam. São partes excruciantes de se ler, mas muito necessárias. 
Infelizmente, nos dias de hoje, as pessoas já não falam, nem estudam muito sobre a Segunda Guerra Mundial, sendo que, podemos ter uma terceira, logo, logo. É muitíssimo importante lutarmos para que tudo aquilo não volte a acontecer.
Por isso:

Leiaaaaaam!



Essa é a quinta resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: um livro baseado em fatos reais.
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Beijoquinhas,
Ana M.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

#Resenha: Noah foge de casa, John Boyne

E aí, pessoal, tudo bem?
Desculpem meu sumiço.
Olha, essas últimas semanas foram hard aqui kkkkk fiquei doente, depois, sem net, e agora, com ressaca literária!
Vê se pode! kkkkk
Mas voltei com uma resenha de um livro levinho que eu estava louca pra ler há anos!
Confira!

Desde que li em 2012, pela primeira vez, O Menino do pijama listrado, fiquei doida pra ler tudo do John Boyne. Porém, só há uns dois anos que li mais dele: Fique onde está e então corra e Tormento. Amei e me emocionei muito com todos!

Bem, esse mês escolhi mais um pra ler, e na dúvida, já que o John tem tantas obras, escolhi Noah foge de casa, mas, preciso dizer, foi decepcionante! É um bom livro. Só que bem levinho, sem grandes mensagens e/ou emoções. Não se compara com O Menino do pijama listrado, que é um dos meus preferidos da vida.

A história começa com Noah, um garotinho de 8 anos que foge de casa, sem nada, apenas com algumas poucas maçãs que perde no caminho kkkk em busca de viver novas aventuras e deixar sua família e os problemas que com ela passa para trás.

De cidadezinha a cidadezinha, Noah vai conhecendo personagens beeeem excêntricos e peculiares de uma maneira fofa, divertida e enfadonha ao mesmo tempo!

Vai conversando, se redescobrindo e ouvindo histórias desses novos personagens que o faz mudar seus planos e seus sentimentos, trazendo à tona uma vontade de voltar para casa e encarar de frente seus problemas, por mais difíceis que sejam.

Quando entra numa loja de brinquedos e conhece o dono, um velhinho também bastante peculiar e que no final nos revela ser uma grande surpresa, Noah aprende algumas lições de vida com as histórias desse velhinho que o faz retornar para casa, e lá, então, entendemos o porque de suas dúvidas, dores e preocupações e o motivo triste que o fez querer fugir tão amarguradamente de casa.

Uma das minhas cenas preferidas foi a do Noah conversando com o cachorro falante! Foi bem engraçada e fofinha.

É um livro leve, mas que nos faz refletir sobre ser resiliente, dar valor a família e aos amigos, sermos mais gratos e aproveitarmos o momento presente.
O que me decepcionou foi que ele foi bem maçante em algumas partes, alguns diálogos e passagens poderiam ter sido tirados sem alterar a mensagem da história.

Bom, mas acho que poderia ser muito melhor!





Essa é a quarta resenha de Abril do Desafio Literário Livreando 2018.
Da opção: autor nasceu em Abril, o John Boyne fará niver dia 30 desse mês!
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Beijos,
Ana M.